segunda-feira, 4 de julho de 2011



O Rio vive um período de trevas absolutas. Se na superfície a cidade maravilhosa (propriedade do senhor Eike Batista) entra na preparação da Copa do Mundo (2014), Olimpíadas (2016), fim do mundo (2012) e as obras se multiplicam evidenciando novos tempos para metrô, trens e flanelinhas, o mesmo não se pode dizer do submundo.
Nas profundezas da cidade uma imensa galeria subterrânea vive dias de terror como nunca foram vistos antes na história desse país. Desde o ano passado uma facção criminosa resolveu praticar atentados terroristas que espalham o medo a qualquer hora do dia ou da noite.
A polícia carioca entrou em ação e já identificou os meliantes que andam explodindo bueiros na zona sul, norte e no centro. O chefe de polícia José Mariano Beltrame disse que é só uma questão de tempo até que sejam presos e ele possa instalar uma UPP em um bueiro do Leblon, próximo ao edifício do autor de novelas Manoel Carlos, que reclama muito do barulho das explosões e não consegue se concentrar para escrever sua próxima novela (podemos adiantar que a trama se passará no Leblon e terá uma personagem chamada Helena).

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